"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome." (Clarice Lispector)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Até Woody Allen se impressiona com Machado de Assis

Assim como milhões de brasileiros, Woody Allen também é seu admirador.
Este notável escritor tinha uma forma unica de retratar sentimentos, a política, as pessoas e suas mazelas. Era uma personalidade audaciosa e original que nos deixou um legado espetacular, especialmente para aqueles que querem aproveitar o que de melhor a literatura tem para oferecer.
Com os 100 anos da morte de Machado em 2008, um dos feitos comemorativos foi a disponibilização de uma coleção digital  que agrega seus romances, contos, poesias, crônicas, críticas, etc.
Querendo aproveitar mais desta facilidade construtiva  clique aqui e obtenha momentos de deleite que farão a diferença. 

Preste atenção no que Woody Allen falou sobre o Nosso Machado
"O diretor Woody Allen elegeu "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis, como um dos seus cinco livros favoritos em depoimento ao jornal britânico Guardian. "É um livro maravilhoso, bastante original", disse o cineasta, que a princípio não acreditou que o escritor brasileiro viveu no final do século 19. "Ele é tão moderno que você pensaria que foi escrito ontem", comentou."
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

As inúmeras maneiras ao dizer apenas uma única palavra.


A palavra...
Uma das regras aplicadas ao seu reconhecimento é que a mesma deve portar significação, mesmo nos casos dos conectivos, em que se tem a ideia de conjunção ou oposição destas. No entanto a conceituação de palavra é bastante complexa, tem variantes culturais associada a evolução humana. Se é que você me entende.
Mas a abordagem deste post não se prenderá às características morfológicas e linguisticas,  ele terá na medida do improvável uma tímida dose de humor, só pra alegrar esta nossa semana.

As inúmeras maneiras de se dizer FÓSFORO:
Esta história não é minha, ela ocorre diariamente com meus amigos Bina e Wlad, empresários no ramo da panificação. A Bina me contou que se surpreende com as formas que as pessoas nomeiam uma caixa de fósforo.

- Moça me dá um FOSKI!

- Ei , ce tem  FOFO aí?

- Quanto tá a caixa de FOXI?
Você sabia que o elemento fósforo (P) não está dentro da caixinha (palitos) e sim do lado de fora?  com um clique aqui você vai ser o sabichão da turma.

A definição inicial menciona que a palavra tem que fazer sentido  com o pensamento humano, mas que pensamento de doido é esse minha gente.

Estou em dúvida se levo esta circunstância para o campo da reflexão ou diversão, mas me acabei de rir com esta história.

Na língua portuguesa, uma palavra (do latim parabola, que por sua vez deriva do grego parabolé) pode ser definida como sendo um conjunto de letras ou sons de uma língua, juntamente com a ideia associada a este conjunto. A função da palavra é representar partes do pensamento humano, e por isto ela constitui uma unidade da linguagem humana.[1]
Apesar da definição supra, não existe uma designação técnica suficientemente precisa para "palavra", já que nem sempre é possível delimitá-la: por exemplo, pode haver "palavras dentro de palavras", como em beija-flor.[2] Ainda, a intuição pode não ser recurso suficiente para tal delimitação, já que nem sempre a ideia (o aspecto semântico) coincidirá com a escrita (o aspecto gráfico): é o caso, por exemplo, de "de repente" e "depressa".[3]
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quem gosta de filme aê levanta a mão!!!

Eu sou apaixonada por filmes (excetuando os de terror), já degluti clássicos, os da moda, mudo e sobretudo os infantis. Esclareço que não sou crítica de cinema, aprecio dos mais obscenos até os que exigem vamos dizer assim, um número maior de neurônios. E neste ultimo item, depende muito do momento. Eu não sei se acontece só comigo, mas tem dias que a cabeça nem no tranco pega, nem piada de portuga eu consigo assimilar.
Eu não sou cool, minha visão não se projeta além do alcance, minha crítica é falível e odeio rótulos. A minha visão de cinema é extremamente sensorial. Gosto de chorar, e de chorar de rir também, sou louca pelo Edward Cullem, intensa com Woody, neurastêmica com Shepard em "A Caçada", "Encantada" com alguns clássicos da Disney. Enfim adoro diversão, até mesmo quando Awake me fez pensar além do que eu supunha e  ressabiada com olhos de botão de Coraline.
Seja no cinema ou em casa, o resultado não tem preço, já voltei totalmente revirada com alguns filmes. Uma espécie de renovação de conceitos e de quebra de regras. No Ensaio sobre a cegueira, me senti assim, um mix de assentimento e repulsa.

Depois de rever A família do futuro, vai uma pequena recordação para quem concorda que este filme é fofura pura:



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