"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome." (Clarice Lispector)
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quem gosta de filme aê levanta a mão!!!

Eu sou apaixonada por filmes (excetuando os de terror), já degluti clássicos, os da moda, mudo e sobretudo os infantis. Esclareço que não sou crítica de cinema, aprecio dos mais obscenos até os que exigem vamos dizer assim, um número maior de neurônios. E neste ultimo item, depende muito do momento. Eu não sei se acontece só comigo, mas tem dias que a cabeça nem no tranco pega, nem piada de portuga eu consigo assimilar.
Eu não sou cool, minha visão não se projeta além do alcance, minha crítica é falível e odeio rótulos. A minha visão de cinema é extremamente sensorial. Gosto de chorar, e de chorar de rir também, sou louca pelo Edward Cullem, intensa com Woody, neurastêmica com Shepard em "A Caçada", "Encantada" com alguns clássicos da Disney. Enfim adoro diversão, até mesmo quando Awake me fez pensar além do que eu supunha e  ressabiada com olhos de botão de Coraline.
Seja no cinema ou em casa, o resultado não tem preço, já voltei totalmente revirada com alguns filmes. Uma espécie de renovação de conceitos e de quebra de regras. No Ensaio sobre a cegueira, me senti assim, um mix de assentimento e repulsa.

Depois de rever A família do futuro, vai uma pequena recordação para quem concorda que este filme é fofura pura:



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terça-feira, 5 de abril de 2011

Cenas do filme Besouro


Eu não sou intolerante, talvez um pouco ignorante pelo pouco conhecimento que tenho dos mistérios. Mas de uma coisa eu assimilo completamente: Acreditar em algo é essencial.
Se é Deus, madeira, orixá, espírito santo. Seja lá o que for todos temos uma memória universal.
Na minha concepção da vida, eu acredito na natureza, no todo, no particular.

Tem cenas neste filme que adoro:




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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Se liga, você é só mais um na estatística!

Conseguimos afinal, por meio da internet, garantir nossos ingressos pra ver TROPA DE ELITE 2. No cine até providenciaram uma sessão extra pra acalmar o público (às 23 horas).
Tá explicado porque o filme não estreou antes das eleições. As mensagens são fortes. Tem que ter estômago de caipirinha pra aguentar. Tanta falta de ética, tanta deslealdade. VOTAR PRA QUEM???
Alguém se lembra daquele funk? ...TÁ TUDO DOMINADO!
Ainda que tenhamos a ideia da situação de Segurança Pública no nosso RJ, a história de "Tropa" é precisa, esclarecedora e desesperadora (tudo rimado pra ficar legal).
Pra mim não há solução em Sistemas que alcançaram um estágio tão alarmante de corrupção e imoralidade. Estamos imersos, ou melhor, atolados na desordem social, sem recursos disponíveis, totalmente pulverizados .
O filme é bom, com um Capitão Nascimento mais maduro e concentrado e um Mathias estupidamente inflexível.


Sabe qual é a realidade?

Um Rio de Janeiro baleado por interesses que nos preparam unicamente para ser mais um nas estatísticas.


E aí? ....
                                      

 

Tá de bobeira
Tropa de Elite
Osso duro de roer
Pega um pega geral
Também vai pegar você...
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Gostei de Cafundó

Eu curto demais o cinema brasileiro e tenho admiração por Lázaro Ramos. Quem já pôde apreciar a atuação de Lázaro em Madame Satã (lançamento em 2002), não esquece jamais.
Cafundó, foi-me apresentado por meus novos amigos (Bina e Wlad), em uma sessão de cinema em casa. Ótimo programa, ótimo vinho, ótimo filme.
É uma produção quase teatral,em meu olhar leigo, com uma fotografia impecável . Prestando atenção nos detalhes e na sua intensidade, é cheio de veias exploráveis no que se refere a vivência da fé.

SinopseJoão de Camargo (Lázaro Ramos) viveu nas senzalas em pleno século XIX. Após deixar de ser escravo ele fica deslumbrado com o mundo em transformação ao seu redor e desesperado para viver nele. O choque é tanto que faz com que João tenha alucinações, acreditando ser capaz de ver Deus. Misturando suas raízes negras com a glória da civilização judaico-cristã, João passa a acreditar que seja capaz de curar e realmente acaba curando. Ele torna-se então uma das lendas brasileiras, se popularizando como o Preto Velho.

ficha técnica:
  • título original:Cafundó
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 41 min
  • ano de lançamento:2006
  • site oficial:http://www.cafundo.com.br/
  • estúdio:Prole de Adão Produções Artísticas / Laz Audiovisual / Gullane Filmes / Teleimage
  • distribuidora:Clóvis Bueno e Paulo Betti
  • direção:
  • roteiro:Clóvis Bueno
  • produção:R.A. Genaro, Virginia W. Moraes e Paulo Betti
  • música:André Abujamra
  • fotografia:Zé Bob
  • direção de arte:Vera Hamburger
  • figurino:Bia Salgado e Mariza Guimarães
  • edição:
  • efeitos especiais:
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sábado, 11 de setembro de 2010

O que representou Ensaio sobre a cegueira.

Estou assustada com a beleza do filme Ensaio sobre a cegueira. Não li o livro mas a cada minuto anseio em devorá-lo. Esta última palavra cabe em si mesma o olhar com que apreciei o filme.
Intrigante entender que somos e seremos seres barbarizados por nossas misérias, vaidades e chagas sociais.
Estar deficiente não te eleva a uma carga de piedade, estar deficiente da alma é que ressai, aniquilando por completo qualquer enobrecimento.
Ser miserável ou ter comiseração quando a sociedade está degradada?!
Estou chocada, perplexa, intensa e totalmente revirada nas entranhas.
Vale a pena dar uma conferida e tirar por si mesmo as conclusões.


SinopseElenco: Julianne Moore, Danny Glover, Alice Braga, Mark Ruffalo, Gael García Bernal, Don McKellar, Maury Chaykin, Martha Burns.


Direção: Fernando Meirelles
Gênero: Drama
Duração: 120 min.
Distribuidora: Fox Filmes
Estreia: 12 de Setembro de 2008
Sinopse: ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada. Tal "cegueira branca" - assim chamada, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa - manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.


O foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas, também, dos seus mundos emocionais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.

» 'Ensaio sobre a Cegueira' é do escritor português José Saramago, vencedor do prêmio Nobel. O roteiro ficou a cargo de Don Mckellar, de 'O Violino Vermelho'


extraido do site www.cinepop.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sim senhor, eu sou espírita!Veja Nosso Lar!

Ontem fui ver Nosso Lar, saí do cinema com uma sensação boa, quase de alívio. Este filme expressou uma singeleza e em algumas situações foi tão didático. Quem engatinha no espiritismo, é uma ferramenta de incentivo vê-lo. Aos poucos aprofundem-se o quanto seu espirito implorar, embora condensados neste corpo, somos muito mais do que isso. Mas cuidem-se! As verdades descortinadas jamais devem ser escondidas. Você é o que é, mas tem o dever de evoluir.
O que achei bem divertido é que na sessão tinha vários senhores e senhoras, mas uma galera do mal, entre 10 a 12 adolescentes, resolveram tirar sarro do pessoal, falavam alto, jogavam gaivotas nas pessoas, chegou a um ponto tão extremo que uma pessoa perdeu a paciência e xingou meia dúzia de palavrões. Após uns dez minutos passou alguma energia por ali, que os zombeteiros ficaram quietinhos. Alguns reclamavam se perguntando o porquê daquela galera estar ali tirando o sossego dos outros, que fossem a merda e se retirassem. Neste momento percebi que todos estão nos lugares certos e adequados, não há confusão no plano astral, você morre ou vive quando tem que ser assim, até ali, naquela sala de cinema, a galera do "mal" precisava extrair qualquer frase que fosse, algo de bom ficou nelas e em nós o resultado da nossa extrema intolerância com outros. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...