Eu sou apaixonada por filmes (excetuando os de terror), já degluti clássicos, os da moda, mudo e sobretudo os infantis. Esclareço que não sou crítica de cinema, aprecio dos mais obscenos até os que exigem vamos dizer assim, um número maior de neurônios. E neste ultimo item, depende muito do momento. Eu não sei se acontece só comigo, mas tem dias que a cabeça nem no tranco pega, nem piada de portuga eu consigo assimilar.
Eu não sou cool, minha visão não se projeta além do alcance, minha crítica é falível e odeio rótulos. A minha visão de cinema é extremamente sensorial. Gosto de chorar, e de chorar de rir também, sou louca pelo Edward Cullem, intensa com Woody, neurastêmica com Shepard em "A Caçada", "Encantada" com alguns clássicos da Disney. Enfim adoro diversão, até mesmo quando Awake me fez pensar além do que eu supunha e ressabiada com olhos de botão de Coraline.
Seja no cinema ou em casa, o resultado não tem preço, já voltei totalmente revirada com alguns filmes. Uma espécie de renovação de conceitos e de quebra de regras. No Ensaio sobre a cegueira, me senti assim, um mix de assentimento e repulsa.
Depois de rever A família do futuro, vai uma pequena recordação para quem concorda que este filme é fofura pura:


